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sexta-feira, 13 de julho de 2007

Marca Benfica vale 107 milhões

Um estudo realizado pela empresa Interbrand para a agência Lusa concluiu que a marca Benfica atinge um valor de 107 milhões de euros.
A marca é avaliada como o "activo mais permanente" e vale mais um terço que a segunda marca mais valiosa: o porto.
A equipa portista surge avaliada em 73 milhões de euros, ocupando o sporting a terceira posição com 66 milhões de euros.
O estudo foi conduzido com base nas demonstrações financeiras publicadas pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional referentes à época 2005/2006.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Berardo entregou esclarecimentos da OPA

A agência Lusa revela que Joe Berardo entregou ao início da tarde as clarificações ao projecto de prospecto da OPA à Benfica SAD que tinham sido solicitadas pela Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
A CMVM tinha considerado que a justificação da contrapartida não estava completa, que o objecto da oferta não estava clarificado, que não havia conformidade entre o teor do prospecto e as declarações do representante do oferente, e que não estava clara a estratégia para a Benfica SAD caso a oferta tivesse sucesso.
Ainda de acordo com a Lusa, falta também uma referência expressa ao lançamento de uma oferta pública de aquisição (OPA) obrigatória caso o oferente venha a adquirir uma participação de 33% mais uma acção.
Se tal vier a suceder deverá ser nomeado um auditor independente para fixação da contrapartida, dado que a Benfica SAD está cotada desde finais de Maio, pelo que não é possível contabilizar (como acontece normalmente no caso de uma OPA obrigatória) o preço médio ponderado dos últimos seis meses.

terça-feira, 10 de julho de 2007

Chineses desistem da eventual OPA ao Benfica

O grupo chinês que estaria interessado em investir na Benfica SAD comunicou hoje à CMVM ter perdido o interesse na aquisição de participações sociais na sociedade anónima desportiva (SAD) «encarnada».
O jornal Diário Económico noticiou sexta-feira que havia um grupo chinês interessado em comprar um clube de futebol europeu e que o Benfica, o Sporting e uma equipa inglesa foram analisados, mas que a Sociedade Anónima Desportiva (SAD) «encarnada» era a preferida.
Em comunicado, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) refere que «solicitou esclarecimentos escritos ao advogado do alegado investidor chinês referenciado nas mencionadas notícias, o qual comunicou à CMVM que o seu cliente 'perdeu o interesse na aquisição de participações sociais da Sport Lisboa e Benfica - Futebol, SAD'».
Entretanto às 14:30 horas desta terça-feira as acções do Benfica recuavam 7,14 por cento, para 3,90 euros.

Opa de Berardo é inoportuna

O Conselho de Administração da Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD considerou «inoportuna» a Oferta Pública de Aquisição (OPA) de Joe Berardo sobre 85 por cento das acções da Benfica SAD, por não reunir «as condições adequadas à aceitação da mesma».
No relatório enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), elaborado após uma reunião efectuada segunda-feira e aprovado por unanimidade pelos membros do Conselho de Administração da SAD «encarnada», pode ler-se que a oferta do empresário madeirense, efectuada através da empresa Metalgest, é «inoportuna» por apresentar «uma contrapartida de baixo valor», não se verificando a existência de «um plano estratégico consistente» que permita à Benfica SAD «emitir um parecer fundamentado».
O Conselho de Administração da Benfica SAD lembra ainda que «a cotação das acções tem-se situado sempre acima do valor da contrapartida oferecida, reflectindo a percepção dos investidores e do mercado de que o valor intrínseco das acções deverá ser superior a 3,50 euros».
No documento enviado à CMVM, Luís Filipe Vieira e Rui Manuel da Cunha, respectivamente presidente e vice-presidente do Conselho de Administração da Benfica SAD e simultaneamente accionistas da sociedade, declaram, relativamente às suas participações, «não ter qualquer intenção de aceitar a Oferta apresentada pela Metalgest»

CMVM preocupada

Carlos Tavares, presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), mostrou-se ontem preocupado com o "ruído" que tem surgido nos últimos dias em relação à SAD do Benfica. Depois da apresentação formal da OPA de Joe Berardo, surgiu a notícia que um grupo empresarial chinês também estaria interessado em apresentar uma proposta e garantir a maioria do capital social encarnado, o que fez subir em flecha o valor das acções benfiquistas. O presidente da CMVM lamentou o "ruído que tem vindo a ser feito, a cobro do anonimato", revelando que as investigações da entidade a que preside, sobre uma eventual violação das leis de mercado, podem seguir para o Ministério Público: "Podemos ter de pedir a intervenção ou passar o processo para o Ministério Público, que tem outros meios e outras possibilidades de investigação."

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Acções do Benfica disparam 65% para 6,11 euros

As acções da Benfica SAD voltaram à negociação na Euronext Lisboa em forte alta, fazendo o primeiro negócio às 15h51 nos 6,11 euros. Este preço está 65% acima do valor de fecho de ontem e avalia a companhia em 91,6 milhões de euros.
As acções estiveram suspensas durante quase toda a sessão, tendo voltado à negociação, depois de Vasco Pereira Coutinho e o presidente do Benfica, terem avançado que não têm conhecimento de qualquer OPA concorrente sobre a SAD encarnada.
O "Diário económico" noticiou hoje, citado o empresário Vasco Pereira Coutinho, que um grupo de investidores chineses estaria a preparar uma oferta sobre a Benfica SAD. O mesmo jornal adiantava que a oferta poderá ser de 7 euros por acção.
As acções da SAD do Benfica, que deixaram de estar suspensas às 15h30, começaram a cotar nos 6,11 euros, o que representa um novo máximo histórico. As acções estiveram durante cerca de 20 minutos em consolidação de ofertas.
Este preço encontra-se 65% acima do valor de fecho de ontem e 75% acima do preço da OPA de Berardo, nos 3,5 euros.
Com esta subida, a SAD encarnada está avaliada em bolsa em 91,6 milhões de euros.
Logo nos primeiros minutos de negociação , foram transaccionadas perto de 100 mil acções.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Grupo Chinês lança contra OPA

Segundo revela o Diário Económico na manchete da sua edição de amanhã um grupo de investidores chineses prepara-se para lançar uma “contra-OPA” sobre a Benfica SAD. Recorde-se que o empresário Joe Berardo, através da sua representada Metalgest registou a meio da tarde de hoje a OPA que tinha lançado sobre 85 por cento das acções da SAD “encarnada”, confirmando o valor nominal da oferta em 3,5 euros, por cada uma. Ora bem, de acordo com o que revela o Diário Económico, os chineses dobram a parada e vão oferecer 7,0 euros por acção.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Berardo alarga OPA a 85 por cento

A Metalgest, que é presidida Joe Berardo, emitiu hoje um comunicado onde afirmou que irá estender a OPA sobre o Benfica de 60 para 85 por cento, por determinação da Comissão do Mercado de Valores .
«A oferente, apesar de não concordar com a interpretação da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, conforma-se com a decisão que ordenou estender a oferta por a mesma em nada prejudicar os objectivos prosseguidos com a Oferta preliminarmente anunciada, na medida em que o Presidente do Sport Lisboa e Benfica já anunciou publicamente a decisão do clube de não vender as acções que lhe conferem o domínio da Sport Lisboa e Benfica, Futebol, SAD», refere o comunicado da Metalgest.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

CMVM impõe regras de gestão

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) impõe regras de gestão à Administração da SAD do Benfica, em consequência da OPA lançada por Joe Berardo sobre 60 por cento das acções.
Assim sendo, a Administração da SAD do Benfica está obrigada a uma gestão corrente, enquanto durar a OPA, podendo contratar e dispensar jogadores, mas desde que as respectivas transacções não atinjam valores relevantes. De outro modo, terá de informar a CMVM sobre eventuais negócios que possam alterar substancialmente o valor patrimonial da SAD.

Berardo quer um fundo de 100 milhões para o Benfica

O empresário madeirense Joe Berardo vai propor a criação de um fundo com um valor entre os 50 e os 100 milhões de euros para «ajudar a financiar o Benfica».
Esta intenção é assumida pelo próprio empresário em declarações ao Jornal de Negócios», adiantando estar disposto a tomar uma «posição significativa» neste fundo, com o objectivo de tornar o Benfica «um clube campeão tanto a nível nacional como no internacional».
Berardo lançou sexta-feira uma OPA amigável sobre a SAD do Benfica com o objectivo, segundo o próprio, «de ajudar o Benfica, numa altura em que alguém estava a brincar com as acções do clube».
Às 8:23 desta segunda-feira as acções do Benfica seguiam a perder mais de 12%.

Acções começaram hoje em queda

As acções da Benfica SAD iniciaram hoje o dia em baixa na Bolsa de Lisboa, depois de terem disparado na sexta-feira na sequência da OPA lançada pelo empresário Joe Berardo.
Por volta das 9.30, o título caía 10,60 por cento, para 3,71 euros, depois de sexta-feira tere chegado aos 4,95 euros, tendo terminado a sessão nos 4,15 euros (uma subida de 54,28 por cento).
Recorde-se que a Metalgest, empresa de Joe Berardo, oferece 3,50 euros por cada acção da categoria B, o que representa um prémio 30,11 por cento em relação à cotação de fecho de quinta-feira, estando a operação condicionada à aquisição de pelo menos 50,1 por cento das acções desta categoria emitidas. As acções da categoria A, detidas pela Benfica SAD, não fazem parte da operação.
Joe Berardo já detém 5.291 acções da categoria B da Benfica SAD.
Os títulos da Benfica SAD desvalorizaram-se fortemente desde que foram admitidas à cotação, com um valor nominal de 5 euros, a 21 de Maio, tendo batido o mínimo a 13 de Junho, 2,65 euros.

Humberto diz que a OPA pode ser benéfica

Humberto Coelho considera que o Benfica "pode beneficiar" com a OPA. "Desde que o Benfica não perca o controlo da SAD, penso que não tem perigo", disse à Lusa.
Para o antigo defesa dos encarnados - que admitiu que Joe Berardo pode passar a ter "uma certa influência" na gestão da Sport Lisboa e Benfica - Futebol SAD - a OPA "vai dar um certo ânimo".
"O futuro dos clubes são estes investidores, que já estão a aparecer lá fora e trazem consigo uma gestão profissional. O importante é que não seja um jogo de ricos, que seja para manter e para solidificar. O Benfica pode beneficiar com isso", defendeu.

domingo, 17 de junho de 2007

OPA sobre a SAD analisada hoje ao detalhe

A Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada pelo empresário Joe Berardo sobre a SAD vai ser analisada em plenário extraordinário do Benfica, marcado para amanhã, às 18 horas.
No encontro, que junta os três órgãos sociais do clube da Luz (direcção, mesa da assembleia geral e conselho fiscal) o e conselho de administração da SAD, Luís Filipe Vieira a e seus pares vão dar conhecimento aos demais da decisão tomada na reunião da última sexta-feira, dia em que foi conhecida a OPA do empresário madeirense.
Vieira já sossegou os adeptos, deixando bem claro que o Benfica continuará a manter posição maioritária na sociedade que gere o futebol encarnados. Quer através das acções de categoria A (40 por cento), que não foram objecto da OPA, quer através dos 10,028 por cento de categoria B que estão na posse da SGPS.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

A maioria do capital será do clube

O presidente do Benfica comentou o anúncio da Oferta Pública de Aquisição (OPA) por parte de uma empresa liderada pelo empresário Joe Berardo sobre a SAD dos «encarnados». Para Luís Filipe Vieira, «nada muda com esta situação», uma vez que, salientou, «a maioria pertencerá sempre ao clube».
Desta forma, o clube da Luz não abdicará da sua parte (10,028 por cento) dentro da «fatia» pretendida com o lançamento da OPA, de forma a manter a maioria do capital.
Em conferência de imprensa, o líder dos «encarnados» começou, no entanto, por referir que a OPA lançada ao início desta sexta-feira «é o reconhecimento pelo trabalho de todos os profissionais do Benfica e da boa gestão do clube».
«Todos os profissionais do Benfica estão de parabéns, pois um empresário da dimensão de Joe Berardo demonstrar interesse numa das nossas participadas é sinónimo de reconhecimento», vincou Vieira.
«Devo dizer a todos os benfiquistas que nada há de novo com esta situação, uma vez que nunca perderemos a maioria do capital, ou seja, o Benfica será sempre maioritário independentemente do que poderá vir a suceder», garantiu ainda o presidente dos «encarnados», que aproveitou para dirigir críticas a determinadas afirmações proferidas ao longo do dia por pessoas de certa forma ligadas ao Benfica. «Só por inveja podem fazer certos comentários, pois nunca tiveram capacidade para resolver os problemas do Benfica», atirou.

Acções do Benfica valorizaram hoje 54,28%

As acções da Sport Lisboa e Benfica SAD fecharam o dia de hoje a valerem 4,15 euros, contra os 2,69 que se registavam na abertura da Bolsa de Lisboa nesta quinta-feira, o que representa uma valorização de 54,28%. A meio da tarde os «papéis» do Benfica chegaram a atingir os 4,95 euros.
No entanto, o Conselho Directivo da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários deliberou, nos termos do artigo 108, da alínea b) do n.º 1 do artigo 206 do Código dos Valores Mobiliários solicitar a suspensão da negociação das acções da Sport Lisboa e Benfica Futebol SAD nos mercados regulamentados da Euronext de Lisboa até que se processe a divulgação da informação relevante sobre a OPA de Berardo ao Benfica.
Trinta e um milhões e meio de euros é o valor da OPA de Joe Berardo sobre o Benfica, oferta pública de 9 milhões de acções, categoria B, o que representa 60% do capital da Sociedade, consequência directa à subida das acções do Benfica em bolsa, esta manhã, chegando a valorizar quase 31%.
Entretanto decorre nesta altura no Estádio da Luz uma reunião de emergência do Conselho de Administração da SAD do Benfica com os órgãos do clube que serve para analisar a situação provocada pela OPA de Berardo.

Joe Berardo "O Salvador" do Benfica

Joe Berardo considerou esta tarde que «a única forma de ajudar o Benfica era lançar uma OPA». Em declarações à RTP, o empresário madeirense disse que «alguém anda a prejudicar o Benfica já que os investidores compraram acções a 5 euros e elas estão a ser negociadas muito abaixo na bolsa».
Para Berardo, esta OPA não é um investimento «mas sim cultura».
O empresário elogia a gestão de Luís Filipe Vieira, «em quem tem – diz – toda a confiança».
«Não quero que ninguém abuse do Benfica como têm feito ultimamente», enfatizou.
Sobre a possibilidade do Benfica não alienar os 10% que detém de acções da categoria B, as que são alvo de OPA, Berardo diz que não passa de especulações.
Joe Berardo assume-se como adepto do Benfica e esclarece: «Não tenho quaisquer relações com outros clubes». E como bom africano que se preza ser – apesar de ter nascido na Madeira foi durante a sua longa permanência na África do Sul que deu início à construção da sua fortuna -, remata: «como se diz em África, cada macaco no seu galho».
Para o empresário madeirense, que começou do nada num mercado de legumes e frutas numa cidade perto de Joanesburgo, «os benfiquistas deviam estar satisfeitos com a gestão de Luís Filipe Vieira», assegurando que «o Benfica vai ganhar a nível internacional».

Opa

Manuel Vilarinho, Luís Filipe Vieira, Joaquim Oliveira e a Benfica SGPS têm nas mãos o sucesso ou insucesso da OPA lançada hoje à SAD do Benfica pelo empresário Joe Berardo. Tudo vai depender da venda ou não das acções que detêm no clube.
Manuel Vilarinho, Luís Filipe Vieira, Joaquim Oliveira e a Benfica SGPS detêm, em conjunto, pouco mais de 32 por cento das acções B do capital da Benfica SAD. Apenas 27,8 por cento das acções encontram-se espalhadas pelo mercado o que será insuficiente para concretizar a condição de sucesso determinada pela Metalgest através de comunicado enviado esta manhã à CMVM.
Luís Filipe Vieira detém 5,67 por cento das acções B, Manuel Vilarinho possui 12,27 por cento enquanto Joaquim Oliveira é detentor de cerca de 4 por cento daquelas acções sendo a Benfica SGPS proprietária de 10,20 por cento.
Fora da OPA ficaram as acções de categoria A, representativas de 40 por cento do capital social da Benfica SAD, que só podem ser detidas pelo clube.

sábado, 26 de maio de 2007

Acções sobem 2,56 por cento


As acções benfiquistas conheceram ontem o primeiro dia de valorização à hora do fecho da Bolsa. Relativamente à sessão da última quinta-feira, os títulos encarnados registaram uma subida de 2,56 por cento, fixando-se num valor de 3,60 euros. Com perto de 22 mil acções negociadas, os títulos chegaram a valer 3,66 euros no dia de ontem.

Recorde-se que, até ontem, a SAD benfiquista assistiu a uma desvalorização na ordem dos 41,5 por cento. Logo no seu primeiro dia de cotação em Bolsa, os títulos do emblema da Luz conheceram uma depreciação um pouco superior a 11 por cento, tendência que se foi acentuando nas sessões posteriores. Só até à última quarta-feira, o prejuízo ascendia já aos 16,8 milhões de euros, situação que, por agora, não preocupa os responsáveis do clube encarnado.